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Jornalista é sepultado; sindicato quer PF apurando crime

  O corpo de Auro Ida foi sepultado, há instantes, em Cuiabá. Familiares, amigos, profissionais de imprensa e diretores de meios de comunicação foram dar o último adeus a um dos mais brilhantes jornalistas de Mato Grosso. Ele foi velado na capela de uma funerária onde estiveram o vice-governador Chico Daltro, o deputado federal Julio Campos (DEM), o ex-prefeito de Cuiabá Roberto França, o diretor de Planejamento da Copa Yênes Magalhães e alguns vereadores.
Uma comissão formada por representantes do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso e o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Ussiel Tavares, se reúne segunda-feira para cobrar rigor nas investigações sobre o assassinato, já que a Polícia Civil está em greve e informou que o inquérito só terá desdobramentos quando a paralisação for suspensa, o que ainda não tem data definida.
Presidente do sindicato, Téo Meneses, explica que vai ser protocolado pedido de investigação na Polícia Federal, pois haveria rumores que o crime poderia ter outras motivações, como possíveis retaliações devido investigações de matérias jornalisticas, que Ida estaria apurando. Inicialmente, a Polícia Civil investiga possível motivação passional já que nada foi levado de Auro, que estava no carro, com a namorada, quando levou ao menos 4 tiros de pistola 380.
Conforme Só Notícias já informou, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP) apontou hoje, em nota à imprensa, que "Auro Ida por várias vezes manifestou que estava sofrendo ameaças". Não foram mencionados detalhes das supostas ameaças ao jornalista que era especializado na cobertura de assuntos políticos no Estado.

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